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Oftalmologia

A oftalmologia veterinária é a especialidade que trata dos olhos dos animais. No Centro Veterinário Butantã - CVB, esta especialidade é aplicada em cães, gatos e animais silvestres (aves, répteis, anfíbios e mamíferos). Durante a avaliação oftálmica podemos diagnosticar problemas oculares e/ou problemas sistêmicos com manifestações oculares. Contamos com um serviço de oftalmologia de ponta, com profissionais qualificados onde realizamos procedimentos ambulatoriais, exames complementares (ultrassom ocular), macro e microcirurgias.

Sinais Clínicos Oculares

Olho vermelho, secreção ocular (remela), blefaroespasmo (olho fechado), fotofobia (intolerância a luz), prurido (coceira) são sinais clínicos oculares inespecíficos que podem estar relacionados a diversos problemas oftálmicos, como veremos um pouco a seguir.

Alterações Oftálmicas e Tratamento

Entre as doenças oculares podemos citar as anormalidades palpebrais (entrópio e ectrópio), olho seco (ceratoconjuntivite seca), úlceras de córnea, catarata, subluxação e luxação de cristalino, uveíte, tumor, glaucoma, retinopatias e outras.

As anormalidades palpebrais, como entrópio e ectrópio são alterações que para sua correção necessitam da intervenção cirúrgica. Sua avaliação e correção devem ser feitas, pois quando não tratadas corretamente podem desencadear prejuízo ocular. Algumas raças são mais predispostas como: Sharpei, Bulldog, Rottweiler, Persa e outras.

O olho seco ocorre por um prejuízo lacrimal, seja por baixa produção ou por qualidade ruim da lágrima (quantitativo e qualitativo). Como comumente confundido, o olho seco não é uma doença somente de animais idosos. Esta doença pode ocorrer em animais jovens e para seu controle o tratamento correto com imunomoduladores, lubrificantes, anti-inflamatório e antibiótico deve ser instituído. Em casos mais severos também há possibilidade do tratamento cirúrgico. Vale ressaltar que algumas doenças sistêmicas como diabetes, hiperadrenocorticismo, hipotireoidismo, cinomose podem causar olho seco, assim como o uso de algumas medicações (atropina e sulfa).

As úlceras de córnea são desencadeadas por traumas, produtos químicos, ressecamento do olho e anormalidades palpebrais. De acordo com sua gravidade podem ser tratadas clinicamente ou necessitarem de tratamento cirúrgico. É uma enfermidade dolorosa e que senão tratada corretamente pode levar a perda do olho. As raças braquicefálicas (focinho curto) são muito acometidas: Lhasa apso, Shih tzu, Pug... Para evitar esta doença algumas condutas podem ser tomadas, para isto consulte sempre um oftalmologista veterinário.

A catarata (lente branca) é uma doença que também pode acometer animais de qualquer idade. Pode ter origem congênita, hereditária, traumática, alimentar e diabética. De acordo com o grau de opacidade da lente, a cegueira (perda da visão) pode ocorrer e para o retorno da visão o tratamento necessário é cirúrgico. A técnica de eleição hoje é a facoemulsificação.

A subluxação e luxação do cristalino também são problemas que ocorrem na lente ocular, porém esta relacionado ao posicionamento dela. Quando não esta posicionada corretamente, solta por uma parte, chamamos de subluxação, quando ela esta totalmente solta e fora do lugar, chamamos de luxação (anterior ou posterior). O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico.

A uveíte (inflamação intraocular) pode ter início no olho ou ser uma manifestação sistêmica. Uma das doenças rotineiras que pode levar a inflamação intraocular é a chamada doença do carrapato (Erliquiose). Deve ser tratada corretamente, para se evitar ou diminuir as chances de sequelas como glaucoma (aumento da pressão intraocular) e descolamento da retina.

Pacientes portadores de hiperadrenocorticismo e doença renal, que são doenças que podem elevar a pressão arterial sistêmica, devem ser acompanhados por um oftalmologista, pois a hipertensão arterial pode ocasionar degeneração e até mesmo o descolamento da retina levando ao prejuízo visual.

Métodos de Diagnóstico

Como foi visto, os sinais clínicos inespecíficos dos olhos devem ser investigados sob a realização de exames: Schirmer (mensuração da lágrima), fluoresceína (teste para úlcera), tonometria (mensuração da pressão intraocular), oftalmoscopia (avaliação do fundo de olho), ultrassom ocular entre outros exames específicos. E lembrar que as alterações sistêmicas (diabetes, hiperadrenocorticismo, hipotireoidismo, doença renal, doenças infecciosas) também podem desencadear problemas oftálmicos e quando presentes o paciente deve passar em avaliação.

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